Os chatos do dia…

24 Jan

aqui ficam os momentos do dia:

  • especial atenção aos chatos que se fazem de surdos perante as insistências que tu fazes perante obter alguma informação que só eles têm acesso. Eles vão arranjar maneira sempre de dizer que não precisas dessa tal informação e tu não fazes ideia nenhuma porque raio, estando vocês a trabalhar em torno de um objectivo comum já que estão numa instituição, porque raio te vão negar essa informação.
  • um ano e meio depois de ter visto os primeiros carros que andam de faróis sempre ligados mesmo durante o dia, continuo ainda sem perceber para que raio servem. Será para dar luz durante os breves minutos da escuridão total de um eclipse total do sol, algo que só se repete no mesmo local do globo com um intervalo de décadas !?
  • as carrinhas dos funcionários da PT (aqueles que têm três riscas cores com as marcas de sucesso da PT) têm um autocolante colado na traseira a dizer algo do género “em caso de encontrar este veículo em situação irregular ligue para o 08000… não sei quantos”. Quer dizer, se alguém apanhar um técnico da PT a usar a carrinha da empresa para levar batatas para vender para a praça tem agora oportunidade de denunciar o dito cujo. Só faltava era também colocarem lá a recompensa monetária. Não, eles diriam: se denunciar o uso indevido da viatura de serviço da PT, ganha um mês inteiro de noites com chamadas grátis.

 

Mas que dia…

23 Jan

Meu querido diário…

Mas que dia para esquecer !

E porquê , pergunta o meu querido diário a mim…

Porque:

  1. Perdi o pente que costumo usar no ginásio
  2. A minha equipa de juniores no Hattrick perdeu o jogo e a liderança da série onde se encontra por ter deixado usar o plantel ‘automático’
  3. O meu Sporting continua engasgado…
  4. a respeito do trabalho, a rotina do costume… nem ata, nem (des)ata!

Em relação ao primeiro problema, solução fácil: basta dispender 2 euros na compra de um “pente masculino” em qualquer loja do chinês. O segundo problema infelizmente se calhar já não será possível resolver… enfim, é um simulador de futebol online como o CM (Championship Manager ) , a não ser que os meus adversários percam… o que me chateia é ter perdido com o último classificado… a lanterna vermelha faz mesmo mal à saúde! O terceiro problema, não depende de mim ( a não ser que o país pare com todos os sportinguistas a saírem à rua a manifestarem o seu desagrado!), mas isto não é política, é verdade, é desporto, desculpem!

Mas também há boas notícias…

consegui pôr finalmente uma aplicação de tethering a funcionar no meu Android, de forma que agora posso usar o meu Kindle em qualquer lado para aceder à net fazendo uso do tethering por sobre 3G do meu Android.

Vamos ver como corre amanhã…

 

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2012…

31 Dez

Toda a gente lança promessas que espera vir a querer ver concretizados neste ano que está prestes a entrar em cena. Eu, em vez de querer lançar essas promessas para este novo ano, preferiria antes de lançar novos planos para o futuro, preferiria falar do ano que agora terminou. 2011 foi ano que vou recordar inevitavelmente em cada dia do futuro, porque foi um ano em que tive de voltar para trás, no espírito daquele provérbio que dizia que “para dar um passo para a frente, é preciso dar por vezes dois passos para trás”. Foi o que se passou comigo, tive que abdicar da minha vida em Lisboa porque, simplesmente, não quis aceitar, até muito tarde demais, que tinha atingido o fim de um ciclo e não queria admitir a dura realidade desse facto. Daí que tive de regredir para poder progredir, e este ano que agora terminou foi como começar de novo. Recomeçar a viver, podemos assim dizer. Deixei o meu trabalho anterior, para recomeçar um novo que não tinha nada a ver com o que vinha a fazer: mas acho que, apesar de tudo, e dadas a circunstâncias, até se pode dizer que fui uma pessoa que tive sorte, apesar de todas as vicissitudes pelas quais fui passando. Houve muitas ocasiões em que tive vontade de desistir, pura e simples. Posso não ser aquela pessoas que tem muitos amigos, mas, apesar de tudo, e como diz alguém numa cantiga, mais vale só a vida inteira só do que uma vida na mentira. Digo uma coisa, voltar para trás, tais como reiniciar o jogo do zero, enquanto toda a gente está a meio da prova às vezes ajuda-nos a desenvolver enquanto seres humanos, submete-nos a uma lição de humildade que só nos faz bem. Acho que todos deveríamos passar pelo menos uma vez na vida por algo do género. Ajuda a reencontrar-nos a nós próprios. A todos os que me apoiaram nos momentos difíceis, aqui fica o meu muito obrigado. A todos vós, espero que consigam vender as dificuldades neste momento em que os de lá de cima dizem vão ser momentos nada fáceis. 2012 parece ser um ano de viragem para todos nós.

 

A22 = Faroeste !?

27 Dez

É a sensação que tenho quando hoje passei na área de serviço de Olhão para encher os pneus de ar do meu carro. As áreas de serviço que foram construídas há sete anos depois da reclassificação da antiga via do Infante como auto-estrada nunca foram os lugares mais frequentados, contrastando imenso com o movimento das congéneres que se encontram ao longo da A2 que vai para Lisboa, mas agora muito menos o virão ser, depois da introdução das portagens.

É deveras desencorajador o ambiente que se avista nas áreas de serviços. Na área do lado sul, só havia um enorme camião tir, carregado de troncos, mais um portão que se fartava de ranger para cá e para lá devido à acção do vento. Este ranger fez-me por instantes recordar várias cenas de filmes do antigo Oeste, especialmente nos western-spagetthi realizados por Sergio Leone – dos quais o mais famoso é O Bom, o Mau e o Vilão – onde muitas vezes nas cidades fantasma o barulho de qualquer coisa deixada por reparar e os sons da Natureza pautava sempre o ambiente. Parece então que não precisamos de ir muito longe para termos um exemplo desses, pois estão em vias de se tornar nisso as áreas de serviço da A22, com vilões, polícia e tudo… dados os acontecimentos nos últimos tempos. Parece que a A22 está mesmo submetida à lei da bala… como acontecia no antigo faroeste americano. Talvez um dia destes teremos mesmo o prazer de assistir a um duelo numa dessas em-vias-de-se-tornar-cidades fantasma, da forma como as coisas vão indo nesta terra sem lei…

Tava de calças na mão… !

4 Dez

Antes deste fim-de-semana estava cheio de medo do que poderia acontecer chegado à tarde de domingo e ter ficado sem as duas máquinas informáticas de que mais necessito: o meu mac e o meu smartphone android. Isto porque decidi fazer upgrades em ambas as máquinas e receei o pior… felizmente em ambos os carros tudo acabou bem… no caso do upgrade no mac 100% sem quaisquer problemas, mas no caso do smartphone a conversa é outra: tanto quis instalar o clockworkmod para instalar uma ROM que me desse direitos de root que acabei perdendo a hipótese de fazer um backup à ROM original do fabricante… que se dane… estou maravilhado com o CyanogenMod e agora não quero mesmo outra coisa… que se dane a Samsung, mas é !

Depois de passar dois anos lá me decidi por fazer upgrade ao meu mac… e isto porque começou a acontecer muitas vezes querer ir sacar uma aplicação para o mac e eu ficar desanimado ao ver que o Leopard que tinha instalado já estava a ficar com demasiados pêlos brancos, tornando-se incapaz de subir às árvores… de forma que tive de substituir o envelhecido Leopard por um rejuvenescido Snow Leopard. Em boa hora o fiz, e mesmo fazendo upgrade directo por cima da instalação original do Leopard, isto ficou uma maravilha… mesmo regressando ao Safari 4 que vinham com o Snow Leopard em 2009, ficou deveras mais rápido, eu já nem digo nada… acho que não vou querer actualizar para o 5… !

 

Para ter via verde a baixo preço…

2 Dez

Hoje fui à “loja da Via Verde” aqui em Tavira, ponho a palavra entre aspas porque aquilo não é na realidade uma loja no verdadeiro sentido da palavra, resumindo-se as duas secretárias colocadas logo à entrada do lado esquerdo na Loja do Cidadão de Tavira que se encontra no centro comercial Tavira Plaza. Fui lá porque queria ter direito às “dez primeiras viagens do mês gratuitas para além de 15% de desconto em todas as viagens subsequentes durante esse mês” (sic).
Já há muitos anos que ameaçavam colocar portagens na Via do Infante, reclassificada como autoestrada em 2004 como A22 (deixando de ser o IP1), mas tinha que ser, apenas desta vez, que as malfadadas portagens tinham mesmo que avançar.

Sou cliente da Via Verde desde comprei o meu actual carro, mas desde que regressei ao Algarve nunca mais tive necessidade do identificador e agora, só mesmo neste caso e se não fosse isso, teria devolvido o dito cujo à procedência.

Para poder portanto beneficiar destas “ofertas” que na verdade podem ser entendidos mais como “engodos” tinha de entregar um papelinho na referida loja da Via Verde de Tavira, papelinho que consistia num impresso que se obtinha pela Internet no site da Via Verde e que, entre outras coisas, blah blah blah, dava autorização ao IMTT de poder aceder aos meus dados que estão na posse da Via Verde empresa de forma a poder formalizar o meu pedido de “discriminação positiva”.
Mas tinha mais que entregar uma fotocópia do documento único automóvel (DUA), para poder completar o pedido. Assim fiz, e lá fui hoje à dita loja Via Verde em Tavira com o papelinho assinado mais as fotocópias do DUA, frente e verso.
Estava na expectativa de saber, sabendo que as portagens vão começar a ser cobradas a partir do próximo dia 8, qual seria a afluência. Cheguei lá, a primeira vez que fui á loja do cidadão de Tavira, tinham (quase) tudo o que as mega-lojas do cidadão de Lisboa têm, as máquinas das senhas, mas faltando uma coisa estúpidamente: o painel televisivo aonde eles vão assinalando quem é “o senhor que se segue”. Achei ridículo haver a máquina de imprimir senhas mas não haver nem sequer algo que se parecesse a um mínimo painel onde se fosse dando conta do progesso no atendimento. Estava para lá um écrã realmente, mas que dava a impressão que tinha ainda funcionado nos primeiros tempos após a inauguração – que teve lugar  de acordo com a lápide que se encontra à entrada, já tinha tido lugar havia dois anos – mas que agora a única coisa para que servia era estar a passar publicidade nem-sei-bem-ao-quê. Efeitos da crise, provavelmente, pensei eu, já nem têm dinheiro para chamar um técnico para reparar a avaria. É a vida, de forma que agora os funcionários da loja do cidadão tinham que ir chamando usando o velho método das cordas vocais a alta potência, que me fez por alguns momentos recear que estava a precisar de ir ao médico dos surdos.

De forma que, como ia contando, entrei e tive direito à senha A-26, e no momento em que cheguei o atendimento ia no A-20. De forma que tive de esperar por mais cinco  pessoas à minha frente, e a maior parte delas, como bem vi a entender, estava lá para se tornar cliente da Via Verde pela primeira vez. Realmente, a Via Verde era como um invasor estrangeiro das bandas lisboetas a quem o nosso querido governo entendeu muito bem conceder-lhe mais um vasto território: o reino do Algarve. E os algarvios não tiveram outro remédio senão submeterem-se. E a Via Verde, é claro, ficou com a fama e o proveito.

Proveito tive eu pouco, quando chegou a minha vez. A senhora “funcionária” da Via Verde não quis aceitar a minha modesta fotocópia do meu DUA dizendo que tinha de ser autenticada. Para ripostar contra a zelosa senhora das via-verdes, mostrei o meu DUA originalíssimo e mesmo assim, tendo oportunidade ela própria comprovar que a fotocópia que eu estava a apresentar era daquele mesmo documento, ai de jesus nosso senhor não podia ser, tinha que ser com uma fotocópia feita no sítio ou autenticada. Achei que não valia a pena insistir contra esta senhora, por sinal até mais jovem do que eu, mas representante da nova autoridade cobradora da(s) auto-estrada(s) algarvia(s), ainda esteve para recusar a folhinha impressa a cores que eu imprimi que servia para atestar a “discriminação positiva” e preparava-se para imprimir a sua própria porque, dizia, podia eu não ser o próprio que estava ali a apresentar o pedido. Aqui já achei que a senhora estava a ir longe demais e ameacei mostrar o meu BI – dos velhos ainda com as letras no fundo impressas a amarelo – na cara dela para a convencer de que me chamava mesmo Samuel Dias Rosa Viana. Aí ela lá cedeu, finalmente, e vá lá que a minha folha impressa a cores sempre afinal vai chegar aos escritórios do IMTT. Ao menos isso. Não gostei da senhora, porque infelizmente com tanto zelo só mostra desmazelo para com o cliente que, na sua ingenuidade, acreditou que podia ajudar a senhora a tornar este um mundo com mais árvorezinhas de pé sem ter que se gastar mais papel, e, para além do mais, estava interessado em fazer a senhora poupar o tempo dela e talvez ajudá-la a tratar-se do vício de levar papel à fotocopiadora. Mas enfim, o que é que se há-de fazer contra chicos-espertos, nesto caso concreto chica-esperta que acha que tudo o que ela pensa é que é correcto.
Pois da próxima vez, fiquei eu a pensar, é melhor não trazer o trabalho feito de casa porque depois acham que estamos a tentar roubar-lhes o trabalho deles e eles com medo de perder o emprego com os tempos que correm… na volta é isso!

E, é claro, no dia 8 todos nós algarvios, vamos ter de pagar para conduzir na via dedicada ao nosso querido infante D. Henrique. Todos, não só os algarvios, também os lisboetas que vêm para cá passar férias e que aprovam essas leis para roubar o pessoal da província e que depois nos chamam “marafados”. Quero é ver é como os “nuestros hermanos” resolvem o problema a terem que pagar, ou vão tornar na estrada nacional 125 numa “tourada” ou simplesmente vêm cá um dia, voltam para o seu país pela ponte do Guadiana e nunca mais ninguém lhes pode pôr a vista em cima!

17 Ago

Follow her down to a bridge by a fountain,
Where rocking horse people eat marshmallow pies.
Everyone smiles as you drift past the flowers,
That grow so incredibly high.

28 Out

Hey World… I’m Pinging YOU ! This is Music !??!?!?!?!

Projecto de fim de curso – relatório

19 Set

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